Lusinatas – O Verdadeiro Pastel de Nata Português

O produto

Pastel de Nata

Pastel de Nata é o doce que replica o conhecido Pastel de Belém.

A HISTÓRIA

Nos anos iniciais de 1830, vivíamos a revolução liberal e os conventos em Portugal estavam na iminência de fechar. Os conventos passavam por árduas dificuldades econômicas e tinham de conseguir renda de alguma maneira. 

Nos tempos antigos, claras de ovo eram usadas para engomar as roupas. Isso significa que sobravam as gemas. Isso significava uma oportunidade de evitar um desperdício e de fazer renda. Foi então que vários doces conventuais foram criados. Um deles foi o Pastel de Belém. 

Anos mais tarde, em 1834 já com os conventos fechados, um empresário de Belém negociou a receita dos incríveis Pastéis. Com isso abriu uma fábrica em Belém e nasceu a Fábrica dos Pastéis de Belém. 

“Pastéis de Belém” passou a ser marca registrada e havia a necessidade de levar esse doce por portugal inteiro. Foi assim que nasceram os PASTÉIS DE NATA. 

Até hoje a receita dos Pastéis de Belém é guardada entre pouquíssimas pessoas, então, várias versões de Pastéis de Nata foram criadas ao longo do tempo, tentando chegar o mais perto possível do original doce conventual. 

Após anos e anos, o Pastel tem sido a ponta da lança portuguesa disparada por um doce cupido que percorre o mundo apaixonando todos que toca. Já chegou inclusive a ganhar como o melhor doce do mundo, por votação da renomada revista TasteAtlas, inclusive na frente do clássico Pastel de Belém.

O PASTEL DE NATA

Um incrível docê que em qualquer momento entra bem. Em Portugal, a frase que mais se escuta numa padaria é “Quero um café e uma nata por favor!”.

A massa folhada extremamente crocante, que resguarda internamente um creme rico de ovos e algumas pitadas de tudo o que nos dá felicidade. 

A leitura do Pastel de Nata é que ele deve ser consumido em duas mordidas… É a forma de uniformizar a massa folhada com o creme interno e que consumidos isoladamente, jamais permitiriam a explosão mágica de um Pastel de Nata… Voltando ao tema “duas mordidas”, uma mordemos a meio e começamos a epopeia de uma NATA. Quanto mais mastigamos, mais se junta a simplicidade da massa com a complexidade do creme. A textura que só fornos de alta temperatura conseguem conferir à massa que envolve um creme que quando não é cozinhado até ao ponto de precisão de cada grau, a experiência vai de mágica a trágica. A segunda mordida, após unir as pontas da metade sobrante ao som da crocância ensurdecedora, vai de uma só vez para findar um momento mágico. 

Ah, Não esqueça de entre cada uma delas, hidratar sua boca com um café morno, vai levantar numa viagem a portugal que envolve história, tradição, genuinidade e muito amor!!

Bem-vindo ao fantástico mundo dos PASTÉIS DE NATA!!

uma nata por favor!